segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

KTM fecha parceria com Bajaj

A austríaca KTM acaba de fechar acordo de cooperação com a indiana Bajaj, segunda maior fabricante do país e que recentemente comprou participação de 14,5% da consagrada marca identificada mundialmente pela cor laranja. Em curto prazo a KTM distribuirá motos Bajaj com a ajuda de sua rede européia, enquanto os indianos ampliarão o mercado asiático para a KTM. O segundo passo da marca austríaca será entrar no segmento de baixa cilindrada e auxiliar a Bajaj no desenvolvimento de motos de maior capacidade cúbica. (AutoZ)

Yamaha apresenta XT 660R 2008

Chegou às concessionárias Yamaha a XT 660R versão 2008. Como novidade, o modelo, disponível na cor azul ou preta, adotou novo grafismo, mais moderno e arrojado, além de partes como barra externa dos amortecedores dianteiros, balança da suspensão traseira, protetor dos escapamentos e aros em alumínio com a pintura na cor preta. A XT 660R na cor preta tem agora a bolha do anteparo dianteiro na cor cinza e assento bicolor em cinza e preto, enquanto na versão azul a bolha é azul e o assento nas cores preta e azul. O preço sugerido da trail da Yamaha é R$ 24.794,00. (AutoZ)

Bimota terá representante oficial no Brasil

Conhecida por seu design arrojado e soluções ciclísticas nada ortodoxas, a marca das exclusivíssimas motos italianas Bimota terá cinco concessionárias no Brasil. Sua representante oficial será a Perfect Trading. A primeira revenda deverá ser aberta em São Paulo. Única empresa autorizada a distribuir as Bimota no País, a Perfect importará 24 unidades neste primeiro ano. As obras-primas sobre duas rodas já podem ser apreciadas no site www.bimotabrasil.com.br. As informações são da Agência Infomoto. (AutoZ)

Can-Am traz para o Brasil o quadriciclo DS 450 EFI

A Can-Am lança no Brasil o exclusivo quadriciclo DSTM 450 EFI, modelo referência em performance, manuseio e controle da categoria. Ele é equipado com motor Rotax EFI de 449,3 cc, 4 tempos, que oferece maior diâmetro (97 mm), válvulas de admissão (38 mm) e corpo de admissão (46 mm). Sua estrutura em alumínio piramidal é forte e leve - utilizando parafusos especiais e eliminando o uso de soldas nos chassis. Há ainda a melhor distribuição do peso e a centralização da massa que tornam o veículo mais equilibrado e a sua condução mais ágil. O quadriciclo conta ainda com sistema de suspensão a gás tipo HPG, suspensão em duplo A, rodas de liga leve e pneus tipo competição. O DSTM 450 pode ser encontrado em duas versões, EFI e EFI X. O modelo mais luxuoso, EFI X, conta com todas as características descritas acima, além de amortecedores dianteiros combinados com ajustes de pressão, rodas pretas com anéis de reforço, elevador do guidom em alumínio, guidom almofadado e ajuste rápido do cabo de embreagem (mesmo durante a pilotagem). (AutoZ)

Recall Honda Biz 125

Na última terça-feira, 12 de fevereiro, a Moto Honda da Amazônia convocou mais de 275 mil proprietários do modelo Biz 125 para inspeção e, se necessário, substituição gratuita do chassi da motocicleta. Segundo a montadora, algumas unidades da street de baixa cilindrada da marca podem apresentar solda inadequada no tubo principal do chassi que, sob condições extremas de uso, poderão sofrer trincas que ocasionarão seu rompimento, com risco de acidentes.
Hoje, a Moto Honda acelera seus passos para realizar pronto atendimento aos proprietário da Biz 125, que começa a partir do dia 18 de fevereiro. Para falar sobre o recall, a Agência Infomoto entrevistou Ricardo Enzo Susini, gerente de Serviços Técnicos da Moto Honda da Amazônia. Acompanhe, na íntegra, as respostas do representante da montadora.
Infomoto – A Biz 125 é o terceiro modelo mais vendido pela Honda no País. Qual é o período de abrangência/fabricação das motos que estão dentro do recall?
Ricardo Susini – Todos os modelos Biz 125 produzidos entre agosto de 2005 e fevereiro de 2007.
Infomoto – Como será feito o atendimento aos proprietários da Biz 125? Haverá algum custo ao consumidor?
Ricardo Susini – A primeira providência é o agendamento prévio na concessionária Honda preferencial do cliente. Os telefones e endereços podem ser obtidos através de uma linha direta especialmente criada: 0800 725 00 93. É uma iniciativa fundamental para que o consumidor possa ser prontamente atendido. Após a inspeção, caso haja necessidade, o chassi da motocicleta será substituído por outro novo. A troca será totalmente gratuita, incluindo a documentação da motocicleta.
Infomoto – As concessionárias Honda estão preparadas para este tipo de atendimento/reparo? Os mecânicos fizeram algum tipo de treinamento específico?
Ricardo Susini – A nossa rede conta com profissionais altamente qualificados pela fábrica. Os clientes poderão dirigir-se a qualquer uma de nossas concessionárias, onde teremos condições de atendê-los com o padrão de qualidade Honda. Toda a orientação necessária já foi transmitida e os mecânicos devidamente treinados.
Infomoto – Caso haja a necessidade da troca do chassi, quem fará a remarcação e como será feita? Quanto tempo demora toda a operação?
Ricardo Susini – O chassi será fornecido pela Honda com a numeração original e, portanto, não há necessidade de nova documentação. O tempo total de espera pode levar alguns dias, se considerarmos o prazo para a entrega do chassi já numerado e os procedimentos legais junto aos órgãos de trânsito. Toda essa operação será custeada pela Moto Honda.
Infomoto – Além de abastecer o mercado interno, a Biz 125 é exportada para outros países. Como será feito o recall no exterior?
Ricardo Susini – Todos os importadores já foram devidamente informados e tomarão as mesmas providências.
Infomoto – Os clientes proprietários de Biz 125 devem ter algum cuidado especial antes da inspeção?
Ricardo Susini – A probabilidade de ocorrência de problema é baixíssima e dependerá do modo como a motocicleta é utilizada. Sugerimos aos que utilizam a motocicleta em condições severas (transporte de peso elevado e/ou trafeguem em condições críticas de piso) que levem sua motocicleta a uma concessionária autorizada para a inspeção (que acontecerá em aproximadamente 30 minutos). A partir de então, caso não seja identificada nenhuma anormalidade, a motocicleta poderá ser utilizada tranqüilamente.
Infomoto – Há a possibilidade de outros modelos apresentarem o mesmo problema no chassi?
Ricardo Susini – Não. A Honda Biz 125, por suas características, é o único modelo que apresenta esta configuração estrutural. De qualquer forma, um intenso trabalho de verificação foi realizado na fábrica e os resultados demonstraram que não há risco de ocorrência em outros modelos.
Mercado
Quinto veículo mais vendido no Brasil em 2007, com 202.273 unidades, a Biz 125 só perde para as Honda CG 150 e CG 125, VW Gol e Fiat Palio. Este ano já foram comercializadas 22.796 unidades da moto de uso urbano da Honda, marca que detem 72,35% de participação de mercado no segmento de duas rodas, segundo dados estatísticos da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Confira se sua Biz 125 faz parte do lote que pode apresentar problemas na solda do chassi:

Ano-modelo 2006:
Versão KS: chassi 9C2JA04106R000039 a 9C2JA04106R849955
Versão ES: chassi 9C2JA04206R000055 a 9C2JA04206R888744
Versão MAIS: chassi 9C2JA04306R000020 a 9C2JA04306R809884

Ano-modelo 2007:
Versão KS: chassi 9C2JA04107R000001 a 9C2JA04107R034076
Versão ES: chassi 9C2JA04207R000001 a 9C2JA04207R062422
Versão MAIS: chassi 9C2JA04307R000001 a 9C2JA04307R011533 (AutoZ)

Motor-Z vende Scooter 150cc por R$ 4.990

Até o mês de março, a scooter Motor-Z modelo SCO 150, com motor 150cc e câmbio automático CVT, estará disponível nas 50 revendas da marca em todo o país pelo preço promocional de R$ 4.990. Esta é a primeira ação promocional de vendas da marca, e vale para os modelos 2007 da scooter SCO 150, que estão disponíveis a pronta entrega em toda a rede revendedores. A promoção é válida até o final dos estoques. No plano de financiamento a moto pode ser adquirida em até 36 parcelas de R$ 221,54, sem entrada. A scooter tem um ano de garantia de fábrica e pode ser adquirida pelo Consórcio Nacional Motor-Z (administrado pela Embracon) ou pelo financiamento dos bancos Panamericano e Bradesco. Na capital de São Paulo, a Motor-Z conta com revendedores no centro da cidade e nos bairros da Mooca, Ipiranga, Vila Olímpia e Planalto Paulista. A SCO 150 é oferecida em duas cores (vermelha e preta ou amarela e preta) e seu motor de 150 cilindradas, monocilindrico de quatro tempos gera 7,8 hp a 7.500 rpm, com torque máximo de 1,09 mkgf a 8.000 rpm. Conta, ainda, com câmbio automático CVT, freios a disco, partida elétrica e rodas de alumínio. A suspensão é composta por garfo telescópico na dianteira e mono braço na traseira, os pneus 3.5" x 10" e há porta-objetos sob o banco e no painel, ambos fechados com chave. Informações pelo tel. 6886-5151 ou pelo site www.motor-z.com.br. (MotorCar)

Suzuki Burgman 650 Executive já está nas revendas

As concessionárias Autorizadas Suzuki já estão comercializando o novo Burgman 650 Executive com o exclusivo sistema de transmissão SECVT (Transmissão Contínua Variável Eletronicamente Controlada Suzuki). O sistema conta com três modos distintos de funcionamento -- dois totalmente automáticos (normal e power) e um manual -- selecionados por botões localizados no punho esquerdo. Em modo normal, a rotação do motor é diminuída, ajudando a economizar combustível. O modo Power faz com que a rotação aumente, resultando em uma resposta mais contundente ao acelerador. O modo manual conta com cinco relações pré-determinadas do CVT, selecionáveis através do botão “up” e “down” no punho esquerdo. O Burgman 650 Executive também conta com o chamado sistema PAIR (injeção de ar na saída de escape), que reduz a emissão de gases poluentes à atmosfera. O motor refrigerado a água possui 638cm3 e combina a maior cilindrada de sua categoria com o design de uma verdadeira obra-prima. O sistema de injeção eletrônica de combustível permite uma combustão mais eficaz, que se traduz em uma excelente performance e baixo consumo. O chassi multi-tubular e a balança de alumínio permitem o posicionamento do motor mais à frente, oferecendo mais equilíbrio e agilidade. A suspensão telescópica dianteira e a balança articulada na traseira proporcionam conforto e grande estabilidade em qualquer circunstância. O prático freio de estacionamento, acionável através de uma alavanca, é útil em diversas ocasiões. A segurança é garantida por três discos de freio (dois na dianteira e um na traseira) e pelo sistema ABS, com sensores da velocidade de giro das rodas e que controla a pressão no circuito hidráulico, evitando qualquer bloqueio das mesmas. Vem, ainda, com pneus radiais, bolha frontal de altura regulável eletricamente, adaptando-se a todos os pilotos e a diferentes condições de viagem e painel em cristal líquido. O Burgman 650 Executive está disponível nas cores preta e prata e é comercializado pelas Concessionárias Autorizadas Suzuki a R$ 52.235,00 (ref. fevereiro de 2008 e sem frete). (MotorCar)

Dafra entra no mercado com quatro motos

A Dafra Motos, uma nova montadora, começa a produzir no próximo mês quatro motos com preços que variam de R$ 3.290 a R$ 5.990,00. A intenção da montadora é atrair novos consumidores, que hoje andam de ônibus, mas que poderão adquirir motos, com 39 parcelas fixas.
A Dafra investiu R$ 100 milhões na fábrica em Manaus, mas por enquanto 90% das peças serão chinesas, num acordo que a empresa brasileira fez com fornecedores da China. Com o tempo a empresa pretende aumentar o nível de nacionalização e até 2012 quer ter 10% do mercado de motos no Brasil, quando estima-se que haverá uma produção de 4 milhões deste veículo.
A moto de entrada da empresa será a Super 100, que terá partida elétrica, motor com 100 cc, que custará R$ 3.290,00, com financiamento de 39 parcelas de R$ 125,00. A outra será a Speed 150. Este será um modelo street, com freio a disco, roda de liga leve, partida elétrica e indicador de combustível. Ela custará R$ 4.990,00 ou 39 parcelas de R$ 189,00.
As outras duas motos são uma scooter, que se chamará Laser 150 e terá como diferencial a roda aro 13 e sairá por R$ 5.990,00, ou poderá ser paga em 39 parcelas de R$ 225,00. A topo de linha será a Kansas 150, com freio a disco e que será vendida por R$ 5.590,00 ou 39 parcelas de R$ 209,00.
Com tecnologia chinesa, a empresa tem 300 funcionários, que montarão as motos no Brasil. A Dafra tem uma unidade na China, onde desenvolve as motos. Para fevereiro o consumidor terá 60 pontos de vendas, passando a 170 em março. Alguns destes pontos de venda estarão em concessionárias da Itavema, que além de vender carros também tem uma empresa de logística, que distribui veículos no Brasil. A Dafra será mais uma empresa do grupo.
Para este ano a previsão é de vender 60 mil unidades, passando para 90 mil em 2009 e em 2012 a expectativa é comercializar 400 mil motos/ano. Estes números surgiram baseados no crescimento do mercado, que dobrou nos últimos cinco anos e deve dobrar nos próximos cinco.
A Dafra prevê lançar nos próximos anos quatro quadriciclos, sendo que um deles estará no mercado ainda neste ano. Todos eles serão produzidos em parceria com as três empresas chinesas que estão produzindo as motos Dafra. (AutoInforme)

Yamaha reduz preço de motos importadas

Três modelos de motos importadas da Yamaha tiveram seus preços reduzidos em 10% em média em fevereiro. Trata-se de uma campanha de varejo para os modelos MT-01, TDM 900 e YZF-R1. O modelo que tem a maior redução é a MT-01 com 13,1% passando de R$ 63.033,00 para R$ 54.586,00, mas a moto ainda é ano/modelo 2007. O consumidor que comprar uma moto Yamaha importada, além do preço reduzido, receberá assistência 24 horas gratuitamente por um ano. As motos Yamaha têm um ano de garantia sem limite de quilometragem.
As concessionárias também têm planos especiais de financiamento para os três modelos com 10% de entrada e o saldo em até 60 meses. (AutoInforme)

http://www.autoinforme.com.br/noticias.asp?id_noticia=6803&id_tipo_noticia=17&id_secao=16

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Buell revela Ulysses XB12XT

Outra marca a aumentar sua gama de motocicletas foi a Buell. Isso porque a fabricante americana acaba de revelar a nova Ulysses XB12XT para seus distribuidores nos Estados Unidos. Baseada na Buell Ulysses, a XB12XT chega com gama de acessórios a mais, como os três bauletos instalados na parte traseira da moto, assim como um pequeno pára-brisa, útil nas viagens. Além dessas novidades o modelo também está equipado com novas suspensões da marca Showa, com curso menor. O motor é V-Twin de 1203 cm com potência anunciada de 103 cv. Disponível no mercado americano na nova cor vermelha, além da já existente azul, o modelo vai custar US$ 12.995. (AutoZ)

Harley exibe nova FLSTSB Softail Cross Bones

A Harley-Davidson acaba de revelar seu novo modelo, a FLSTSB Softail Cross Bones. O "lançamento" foi realizado primeiramente para concessionários e parceiros da marca nos Estado Unidos. Com visual retrô no melhor do estilo “old-school”, o modelo está equipado com o motor Twin Cam 96B de 1584 cm³ e câmbio de seis velocidades. Não foi informado o preço da novidade. Outras informações devem ser divulgadas nas próximas semanas. (AutoZ)

Suzuki B-King chega ao Brasil

A GSX1300 B-King da Suzuki chega às concessionárias da marca com design inovador e motor de 1340 cm³, quatro cilindros, 16 válvulas e DOHC. O sistema de gerenciamento do motor controla a injeção de combustível, a ignição eletrônica e a válvula de borboleta dupla. O radiador é acompanhado de duas ventoinhas elétricas de 160 mm, também operadas pelo sistema de gerenciamento do motor com base na temperatura do líquido de arrefecimento e não em um termostato convencional, resultando em um controle mais preciso da temperatura de funcionamento do motor. A moto conta também com um sistema automático de controle da marcha lenta, que regula a quantidade de ar que passa por meio do corpo do acelerador de acordo com a temperatura do líquido de arrefecimento, resultando em uma marcha lenta estável e melhorando a partida a frio. O painel traz velocímetro, indicador da marcha engatada, relógio, hodômetros total e parcial, intervalos de manutenção, tempo de pilotagem, velocidade média, nível de combustível e temperatura do motor. A GSX1300 B-King está disponível nas cores preta e prata. (AutoZ)

Honda CBR 600RR 2008 já está nas lojas


A linha 2008 da CBR 600RR, importada do Japão e hexacampeã mundial na categoria Supersport, já está disponível nas concessionárias Honda com novas cores e novos grafismos. Seus detalhes remetem para as pistas de competição, a começar pela versão de cor vermelha que transmite forte identidade com a imagem esportiva da Honda, a cor preta que reforça a imagem urbana e sofisticada, além de manter a versão branca. A carenagem frontal é inspirada em elementos concebidos para favorecer a aerodinâmica dos carros de Fórmula 1. Denominado "Ram Air", o sistema proporciona um maior fluxo de ar denso e frio, especialmente em alta velocidade. Possui, ainda, um conjunto ótico de lentes multi-refletivas com sistema "Line Beam", o qual proporciona forte e constante iluminação, oferecendo maior segurança para o piloto, principalmente à noite. O assento está 15 mm para trás e o guidão 10 mm para cima. Conta, ainda, com painel de instrumentos totalmente eletrônico, tacômetro analógico no centro, dois displays digitais, hodômetro parcial e total, marcador de combustível e relógio, além de escapamento com única saída sob a rabeta. O motor é DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando de válvulas, de 599 cm3, quatro tempos, 4 cilindros em linha, 16 válvulas (4 para cada cilindro), arrefecido a líquido com potência de 120 cv a 13.500 rpm e torque máximo de 6,73 mkgf a 11.000 rpm. A versão 2008 dispõe de sistema de injeção eletrônica PGM-DSFI (Programmed Dual Sequential Fuel Injection System), que processa com precisão a quantidade de combustível que compõe a mistura, obtendo o máximo de eficiência na combustão. O modelo recebe também a última geração de Amortecedor de Direção Eletrônico (HESD), que utiliza sensores de velocidade e aceleração, anulando eventuais oscilações do guidão percebidas nas rápidas acelerações e fácil maneabilidade em baixa velocidade. O sistema não está aparente, localizado próximo da mesa do guidão. Extraída das competições, a suspensão dianteira é do tipo telescópica investida (Upside Down) e conta com o sistema HMAS (Honda Multi Action System), possibilitando a regulagem da velocidade de compressão e de retorno dos amortecedores. Já a suspensão traseira Unit Pro-Link isola por completo o chassi dos impactos e torções registrados durante a pilotagem. O braço oscilante é inspirado na moto de competição RC 211V, tornando o conjunto mais leve e rígido. A CBR 600RR tem pneus radiais esportivos de perfil baixo e sem câmara e rodas de alumínio de três pontas (aro 17R21;). Localizado sobre o chassi, o tanque de combustível tem capacidade para 18 litros. Para assegurar eficiência nas frenagens, o freio dianteiro é composto por dois discos flutuantes e acionamento hidráulico. Enquanto que o traseiro dispõe de um único disco e acionamento hidráulico, com diâmetro de 220 mm e cáliper de pistão simples. Disponível nas cores branca, preta e vermelha, a CBR 600RR 2008 têm preço público sugerido de US$ 23.195 (ao câmbio de US$ 1 = R$ 1,7569 em 03 de janeiro de 2008 = R$ 40.751), base Estado de São Paulo e não inclui despesas com óleo, frete e seguro. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem. (MotorCar)

Dafra, uma nova fabricante de motos no Brasil


Mais uma fabricante de motocicletas está se instalando no Brasil, mais precisamente em Manaus, no Amazonas: a Dafra Motos, empresa do Grupo Itavema. Logo depois do carnaval, as revendas do Rio de Janeiro e São Paulo já estarão comercializando os primeiros modelos montados por lá, com 93% das peças manufaturadas na China. Os pneus Pirelli são fabricados no Rio Grande do Sul e os freios Fischer, no interior de São Paulo. Inicialmente, serão produzidos e comercializados quatro modelos de motos que custarão cerca de 20% a 30% mais baratas do que suas principais concorrentes: a Scooter Laser 150, com preço de R$ 5.990, a Super 100, por R$ 3.290, a Speed 150, com preço final de R$ 4.990, e a custom Kansas 150, por R$ 5.990. No mês de maio chegará ao mercado um quinto modelo. Segundo a empresa, a Dafra Motos é fruto de um investimento da ordem de R$ 100 milhões, sendo que a maior parte do capital foi destinada para a construção da fábrica em Manaus, com 100 mil metros quadrados de terreno e mais de 300 funcionários. De acordo com Creso Franco, presidente da Dafra Motos, a planta de Manaus deve produzir 60 mil motos em 2008 e 90 mil em 2009. "Crescer de forma continua e sustentável é o principal objetivo da Dafra Motos. Vamos investir na ampliação da capacidade de produção da fábrica, consolidação da marca e no desenvolvimento de novos produtos que se adaptem à preferência dos consumidores das diferentes regiões do país", diz Franco. Segundo ele, a Dafra terá, entre os meses de fevereiro e março, 170 pontos de atendimento. E tem mais: todas as motos da Dafra poderão ser adquiridas via financiamento com o Banco Itaú.

A nova Suzuki GSX-R1000 já está nas lojas


A superesportiva Suzuki GSX-R1000 já está nas concessionárias da marca com inúmeras modificações técnicas. Está equipada com motor de 999cc, quatro tempos, quatro cilindros, 16 válvulas, DOHC e sistema PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape), que reduz em até 50% a emissão de poluentes. Além disso, conta no sistema de freio com duplo disco ventilado flutuante de 310mm de diâmetro, fixado ao cubo por 12 acoplamentos flutuantes e mordido por pinça radial de quatro pistões e cilindro mestre radial de acionamento hidráulico na dianteira. Na traseira há disco ventilado de 220 mm de diâmetro, mordido por pinça deslizante de dois pistões de acionamento hidráulico. A suspensão totalmente ajustável é telescópica invertida de amortecimento hidráulico na dianteira e tipo link monoamortecida a óleo na traseira. O novo amortecedor de direção, com controle eletrônico, requer menor força a baixas velocidades, para uma direção mais leve, e maior força em altas velocidades. Uma válvula comandada pelo sistema de gerenciamento do motor trabalha reduzindo ou aumentando o fluxo de óleo, ajustando o nível de amortecimento de acordo com a velocidade. As pedaleiras são ajustáveis em três posições, tanto horizontalmente quanto verticalmente. O pedal de freio traseiro, localizado do lado direito, e a alavanca de câmbio, na esquerda, movimentam-se juntamente com as respectivas pedaleiras. A nova carenagem da GSX-R1000, de estilo mais agressivo, agora tem uma menor área frontal, melhorando a aerodinâmica e aumentando a pressão do ar captado pelo sistema SRAD (Aríete de Ar Direto Suzuki). O assento e as tampas laterais estão mais estreitos, facilitando os movimentos do piloto sobre a moto nas curvas. O painel de instrumentos possui tacômetro analógico controlado por servomotor, velocímetro digital, duplo hodômetro parcial, relógio digital, temperatura do motor digital e indicador de problemas na injeção, indicador digital da marcha engatada e um “shift light” programável que avisa quando se chega a uma determinada rotação. A partir de fevereiro de 2008 a GSX-R1000 estará disponível nas Concessionárias Autorizadas Suzuki nas cores preta, preta e laranja, vermelha, azul e amarela. Seu preço sugerido é de R$ 71.900,00 e as Concessionárias Suzuki estão oferecendo, por tempo indeterminado, um bônus promocional no valor de R$ 10.700,00 (valores sujeitos à alteração sem prévio aviso). As motocicletas Suzuki possuem um ano de garantia. Informações pelo telefone 0800-707-8020. (Motorcar)

Brasil recebe novos quadriciclos

A MM Importadora, detentora das marcas MBW Motors e Garanhão Veículos, acaba de receber mais um lote de quadriciclos esportivos de 150 cilindradas.O modelo possui câmbio CVT (frente, neutro e marcha à ré), o que facilita sua operação e não exige muita perícia dos pilotos.O quadriciclo MBW 150 é uma boa opção para quem deseja iniciar-se no esporte ou para operadoras e centros de aventura onde oferecem aluguel de quadriciclos.De acordo com a importadora, o preço sugerido ao público é de R$ 6.950. (Diário do Grande ABC)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Novo motor de 125 cm3 deixou Miza Easy melhor

O aumento de cilindrada de 110 para 125 cm³ deu novo fôlego à Miza Easy. O desempenho melhorou bastante com a passagem de 7,48 para 8,7 cv. E a maior força em rotações baixas tornou-a mais agradável em cidade. O preço também subiu. Feita na China, sai a R$ 4.740 (em março de 2007 a versão 110 custava R$ 3.990). Continua a trazer de série partida elétrica e freio dianteiro a disco.O painel está diferente. Traz marcador de gasolina com ponteiro em vez de LEDs (difíceis de ver sob o sol). Os pedais também melhoraram. Pena que o de partida, muito curvo, prejudique o apoio do pé direito.
Boa em avenidas
É nas grandes avenidas que se percebe a vantagem do aumento de cilindrada. Além de acompanhar bem as outras motos nos corredores, entre os carros, a Easy 125 está mais apta a pegar trechos de estrada.A velocidade máxima agora está por volta de 110 km/h, 10 km/h a mais que a versão antiga. O consumo também aumentou. Ficou em 33,7 km/litro (com o antigo motor de 110 cm³ a Easy alcançou 40,8 km/l).A baixa vibração, que já havia agradado, continua como característica positiva. E os engates do câmbio (semi-automático de quatro marchas) também estão mais fáceis. Os freios não mudaram, mas são eficientes. O disco dianteiro traz segurança.
Porta-objetos
Uma desvantagem dessa Miza ante a concorrência é a falta de um bom porta-objetos. Debaixo do banco mal cabe um par de luvas. A líder do segmento, a Honda Biz, leva um capacete do tipo fechado ali.Algumas falhas da versão 110 persistem na 125, como a suspensão traseira dura e o barulho de peças plásticas vindo da traseira (rabeta e lanterna). (O Estado de S. Paulo)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Garinni divulga tabela de preços

A Garinni Motos acaba de divulga a tabela de preços sugeridos de suas motocicletas. O modelo de entrada, a cub GR 125Z de 125 cc,tem preço de R$ 4.750,00. Já a topo de linha, GR 150P de 150 cc, sai por R$ 7.593,00. Confira a tabela completa: (AutoZ)

http://www.autoz.com.br/News/noticias/default.asp?cod=AUTO/CARR/16482

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Custom ‘modernosa’

Você saberia dizer o que o Shelby Cobra, o Ford GT-40 e a Ferrari 430 Scuderia têm em comum além, é claro, de serem esportivos “puro-sangue”? Não? A resposta é simples: os quatro modelos trazem em sua carroçaria faixas decorativas que vão do capô até a tampa do porta-malas. Mas o que isso tem a ver com a versão 2008 da Yamaha Drag Star 650? Simplesmente tudo. Para dar um ar mais “modernoso”, de certo modo mais esportivo, ao seu tradicional modelo custom, a Yamaha inspirou-se nessas lendas sobre quatro rodas e aplicou na moto duas faixas contínuas em prata na parte superior do tanque de gasolina e da rabeta. A Drag Star também ganhou a cor vermelha, além de logotipo em relevo e cromado no reservatório de combustível. Outras novidades da linha 2008 são o assento em tecido antiderrapante perfurado e o novo grafismo do interior do painel de instrumentos.
Na parte visual, a adoção do vermelho deu mais vida ao modelo, fabricado anteriormente apenas nas cores preta e prata. Para quem é fã das estradeiras, esta custom não deixa nada a desejar frente às outras opções de mercado. Traz muitas peças cromadas, pára-lama curto, pedaleiras avançadas, duas saídas de escape paralelas e o largo pneu 170/80-15 na traseira. Além, é claro, do tradicional motor V2 . Em função de seu porte, a Drag Star 650 parece uma moto de maior cilindrada.
Fabricado no Pólo Industrial de Manaus, AM, desde 2003, a Yamaha Drag Star vendeu em 2007 aproximadamente 900 unidades. Suas principais concorrentes são Honda Shadow 750, Suzuki Boulevard M 800 e Harley-Davidson XL 883. Apesar de sua menor capacidade cúbica, a custom da Yamaha oferece uma boa relação custo-benefício, já que seu preço sugerido gira em torno de R$ 25 mil contra R$ 29.980,00 da Honda, R$ 29.900,00 da HD e R$ 32.900,00 da Suzuki. Ou seja, a Drag Star 650 é a custom de média cilindrada mais acessível à venda no País.
Motor
Equipada com um motor bicilíndrico de quatro tempos em “V” refrigerado a ar de 649 cm³, a Drag Star 650 gera 40 cv de potência máxima a 6.500 rpm. Ou seja, a moto tem desempenho compatível com sua categoria e suficiente para uma viagem tranqüila. Destaque para o torque de 5,2 kgfm, que chega logo aos 3.000 rpm. Em função de sua “força”, muitas vezes não é nem preciso reduzir a marcha para fazer uma ultrapassagem. Basta girar o acelerador. Outro diferencial do modelo fica por conta da adoção da transmissão secundária por meio de eixo-cardã. Silencioso, limpo e praticamente sem manutenção, o conjunto oferece total segurança nas viagens de longa duração. Já o câmbio de cinco marchas oferece engates precisos e suaves.
Em prol do meio ambiente, a Drag Star 650 está equipada com o Air Induction System, dispositivo formado por diafragmas e válvulas interligados com o carburador (duplo), com o filtro de ar e cabeçote. Isso durante as etapas de admissão, explosão e escape, que, em conjunto com os dois catalisadores, contribui para o baixo nível de emissões.
Ciclística
Para reforçar a imagem clássica das “rabo duro” (motos que não tinham amortecedor traseiro), a Drag Star escondeu o monoamortecedor (com regulagem de pré-carga) sob o pára-lama. Fixado à balança traseira por links, copia bem as ondulações de estradas. Na dianteira, a Drag Star usa o tradicional garfo telescópico. Nas ruas e avenidas dos grandes centros, o conjunto sofre um pouco com o excesso de buracos. Para ajudar na absorção dos impactos, a moto está calçada com pneus Pirelli Route 100/90-19, na dianteira, e 170/80-15, na traseira. Já o sistema de freios é formado por disco simples de 298 mm na frente e a tambor (130 mm) atrás. Não é um primor de eficiência, mas está perfeitamente de acordo com sua proposta.
Acessórios
Com visual retrô, a Drag Star traz uma grande distância entre-eixos (1.610 mm) e na reduzida altura do assento (695 mm). Esta configuração de construção faz das motos custom fáceis de se pilotar. O piloto, independente da altura, tem mais facilidade para parar a moto e colocar os pés no chão. Para completar, a moto da Yamaha traz guidão aberto, banco estilo “sela” para piloto e outro individual para o garupa. Para uma viagem mais confortável, a espuma poderia ser de maior densidade. Quem quiser investir no conforto, alguns acessórios podem ser instalados: faróis auxiliares, pára-brisa, pedaleiras plataforma e alforjes laterais, além de um banco mais lago para o garupa. Não esqueça também de um sissy-bar (encosto) com suporte para bagagem. Tudo privilegiando a ergonomia, conforto e segurança. Então, faça as malas e boa viagem! (AutoZ)

Velha guerreira

Quem pensou que veria no Salão Duas Rodas uma nova moto de uso misto da Honda enganou-se. Lançada em setembro 1999, em substituição à NX 350 Sahara, a NX4 Falcon praticamente não mudou nada ao longo de sua fabricação (exceto os grafismos). O modelo 2008 chega à rede de concessionárias com três opções de cores: vermelha, prata e preta. Para dar uma sobrevida a essa trail de uso urbano, a moto ganhou tampas laterais cinza e pára-lama fosco. Apesar dos anos e dos avanços tecnológicos do setor de duas rodas, a Falcon segue em frente, sem concorrentes diretos. Abaixo do modelo de 397,2 cm³ da Honda está sua irmã mais nova, XR 250 Tornado, e também a Yamaha XTZ 250 Lander, equipada com injeção de combustível. Em um patamar acima estão a Yamaha XT 660R e a BMW G 650 X Challenge que, sem sombra de dúvida, são infinitamente superiores ao modelo on/off-road da Honda. Apesar de defasada mecânica e visualmente, a Falcon tem qualidades. Seus pontos fortes são: conjunto equilibrado, conforto e freios potentes.
A ergonomia, ou seja, a postura do piloto sobre a motocicleta, também é um de seus principais atrativos de venda. Em função do desenho do tanque e das aletas, o piloto fica bem encaixado na Falcon. O guidão mais alto e estreito oferece ao motociclista fácil pilotagem. Ao centro, um completo painel de instrumentos. O banco macio, largo e em dois níveis faz com que a moto de uso misto seja bastante confortável, já que piloto e garupa podem rodar por muitos quilômetros.
Mecânica e ciclística
A Falcon tem motor monocilíndrico de quatro tempos derivado da XR 400, com quatro válvulas e comando simples no cabeçote (OHC). O propulsor gera 30,6 cv a 6.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 3,51 kgf.m a 6.000 rpm. Já que o motor é originário de um modelo “puro-sangue”, a Falcon poderia oferecer maior cavalaria. Só para comparar, sua antecessora, a Sahara, desenvolvia 31,5 cv a 7.500 rpm. Esta é a principal queixa: a falta de potência.
Com um conjunto bastante equilibrado, a Falcon utiliza chassi do tipo berço semiduplo, que ancora suspensão dianteira de longo curso e traseira Pro-Link. O sistema de freios é outro destaque. Com disco em ambas as rodas, a dianteira tem cáliper de duplo pistão e na traseira pistão simples. O freio na roda da frente é superdimensionado para a moto. É bastante preciso – mesmo em situações extremas –, porém o motociclista deve ter sensibilidade para acioná-los. O modelo tem rodas dianteira de 21’’ e traseira de 17’’, calçadas com pneus Pirelli MT 60 de uso misto.
Impressões de pilotagem
Polivalente, a Honda Falcon pode ser utilizada no dia-a-dia e em viagens curtas no final de semana, além de estar pronta para encarar trechos de deslocamento por terra ou até mesmo uma trilha. Em função de seu porte, a moto passa por obstáculos ou corredores apertados sem dificuldade, já que a altura dos espelhos fica acima da maioria dos retrovisores dos automóveis (exceto utilitários-esporte). Para ajudar nas manobras em vias apertadas, a Falcon tem bom ângulo de esterçamento.
Por estradas asfaltadas, a moto tem desempenho compatível com sua proposta, principalmente se rodar 100/110 Km/h. O consumo médio gira em torno de 20 Km/l. Em trechos de serra, com curvas fechadas, a Falcon surpreende, já que tem um bom ângulo de inclinação. Para ajudar nessa missão, a moto conta com bom acerto da suspensão e também boa aderência dos pneus Pirelli, de perfil alto (120/90 na traseira e 90/90, na dianteira).
Apesar de seus 151 quilos (a seco), a moto roda com desenvoltura por estradas de terra. Na trilha, o comportamento desta on/off não deixa a desejar, mas não é seu habitat natural. Com seu espírito de aventura, a Falcon encara muitas adversidades. Até quando não se sabe. Já que o mercado brasileiro está cada dia mais exigente e antenado nos principais avanços tecnológicos. Uma coisa é certa, em breve a trail da Honda terá aposentadoria por tempo de serviço.
Há muitas especulações pairando no ar - motos Honda de 300/400 cilindradas com injeção eletrônica e sistema flex. Assim, o motociclista tem duas opções: esperar os próximos lançamentos (modelos 2008/2009) ou rodar com a boa e velha Honda Falcon, que vendeu este ano mais de 13 mil unidades O preço sugerido gira em torno de R$ 14 mil, base no Estado de São Paulo. A garantia é de 12 meses, sem limite de quilometragem. (AutoZ)

Custom de 1.500 cc da Suzuki segue estilo clássico

Desde que deu o nome Boulevard aos seus modelos custom, a Suzuki os dividiu em duas famílias diferentes: as mais modernas, que trazem a letra “M”, e as clássicas, com a letra “C”. No Brasil, a representante das custom futuristas é a M800, já as clássicas têm a grande Boulevard C 1500 como estandarte.
A Suzuki Boulevard C 1500 mostra já no desenho a inspiração das motos long-and-low (longas e baixas) dos anos 40 e 50. Os pára-lamas dianteiro e traseiro trazem uma espécie de “franja”, que muito lembra as antigas Indian, motos norte-americanas do século passado. O farol, no estilo “cabeça-de-touro”, bem grande e cromado, remete ao estilo clássico.
O painel de instrumentos traz o primeiro sinal de modernidade, com marcador de combustível e hodômetros digitais. Fixado sobre o tanque é bastante simples, mostrando ainda um grande velocímetro analógico e luzes de advertência. Como toda boa custom, a Boulevard 1500 também exibe cromados de sobra, que se estendem do farol aos dois canos de escapamento.
Modernidade escondida
No conjunto mecânico, a inspiração clássica aparece no motor de dois cilindros em “V” de exatos 1.462 cm³, com a tradicional refrigeração a ar e óleo. Porém, a modernidade do propulsor está escondida no sistema de alimentação: a Boulevard C 1500 é equipada com injeção eletrônica de duas borboletas, uma controlada pelo piloto por meio do acelerador e outra monitorada eletronicamente.
Trata-se do tal SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve), derivado da linha superesportiva da marca, que proporciona melhor alimentação em qualquer faixa de giro. Na prática, isso se traduz em respostas rápidas no acelerador e torque de sobra desde as baixas rotações.
Confirmando, dessa forma, os números de desempenho declarados: torque máximo de 11,7 kgf.m já nas 2.800 rpm e potência suficiente para se viajar com tranqüilidade, 69 cv a 4.800 rpm.
Outro detalhe do conjunto motriz da C 1500 que foge à receita clássica é a transmissão final por eixo-cardã. Praticamente livre de manutenção, evita o incômodo de lubrificar a corrente em uma longa viagem.
Na estrada
Justamente em uma longa viagem é que o motociclista vai usufruir as qualidades dessa enorme custom – são mais de 2,5 m de comprimento total. Apesar desse porte e do peso (302 kg a seco), ela não é uma moto difícil de manobrar. Principalmente pelo baixo centro de gravidade, reforçado pelo tanque de 14 litros localizado sob o assento do piloto.
A capacidade do reservatório poderia ser maior em uma estradeira como a Boulevard C 1500, mas o grande assento destinado ao piloto, em conjunto com o guidão largo, é ideal para se pilotar muitos e muitos quilômetros.
Mais do tradicional pode ser notado no conjunto ciclístico: quadro berço-duplo em aço, suspensão telescópica na dianteira e uma suspensão traseira com um mono-amortecedor, imitando as antigas motos “rabo-duro”, que não tinham amortecimento atrás. São macias e projetadas para piso bom, entretanto, as suspensões podem sofrer nas estradas mal-pavimentadas.
Além do conforto proporcionado pelas suspensões e assento, o piloto conta com a embreagem de acionamento hidráulico para engatar as cinco marchas do câmbio. Com torque de sobra, a C 1500 não exige muitas trocas de marchas, mas sempre é bom contar com um manete macio, principalmente em uma longa viagem.
Para proporcionar uma posição “relaxada” ao piloto, a Boulevard C 1500 traz pedaleiras plataforma e comandos avançados como itens de série. Chama a atenção o enorme pedal de freio traseiro para acionar a pinça de quatro pistões, que mordem um único disco ventilado, na traseira. Na dianteira, disco duplo ventilado com pinças de dois pistões. Não é o grande destaque da moto, mas dá conta de parar a Suzuki C1500 com segurança.
Mais cores para 2008
Neste modelo 2008, a Boulevard ganhou novas cores, além da preta: vermelha com tanque em vermelho e preto, e prata. Cotada a R$ 56.091,00, a Boulevard C 1500 enfrenta a acirrada concorrência das Harley-Davidson, como a Softail Deluxe, vendida a R$ 61.900,00, mas que traz o charme da marca norte-americana estampado no tanque.
Já entre as japonesas, a 1500 cc da Suzuki reina praticamente sozinha. Afinal, a Yamaha não oferece uma custom de grande cilindrada e a Honda conta com a VTX 1800, vendida a US$ 33.138 (cerca de R$ 59.000,00), com estilo mais futurista fugindo do tradicional long-and-low.

(AutoZ)

Direto das pistas

Basta engatar a primeira marcha e acelerar para perceber algumas diferenças da quinta geração da superesportiva Yamaha YZF-R1 para sua versão anterior. Com uma relação de marchas voltada para as pistas, se o piloto buscar a potência máxima de 189 cv a 12.500 rpm pode chegar a quase 170 km/h apenas em primeira marcha! Vantagem nas largadas em pistas como a de Interlagos ou no campo de provas da Pirelli, em Sumaré, SP, onde testamos a superesportiva japonesa.
Ao final da reta de menos de 1.000 m (1 km) podia-se facilmente atingir 250 km/h – e com espaço para frear (o que é mais importante). Provando que a R1 continua com suas acelerações vertiginosas que podem levá-la de 0 a 100 km/h em 2,7 segundos.
Mas isso não significa que o novo motor, que abandonou as cinco válvulas e, a exemplo da Yamaha M1 de Valentino Rossi, conta com quatro válvulas por cilindro, não tenha “força” em baixas e médias rotações. O propulsor de quatro cilindros em linha vem equipado com inédito duto de admissão variável controlado eletronicamente. Chamado de YCC-I (Yamaha Chip Controlled Intake) garante torque e potência desde as baixas rotações.
O YCC-I varia o comprimento do duto de admissão, feito em resina plástica, de acordo com a rotação do motor. A equação é a seguinte: um duto maior oferece melhor desempenho em baixas rotações, já um duto menor, ou seja, mais curto, garante alimentação para o motor em altas rotações. O comprimento do duto da nova R1 pode variar entre 65 mm e 140 mm.
Na prática pode-se perceber a eletrônica atuando quando se está em quarta marcha a 5.000 rpm; e o motor responde rápido e sem engasgos a qualquer movimento no acelerador. Uma resposta precisa, em menos de um milésimo de segundo, já que a R1 conta com acelerador eletrônico, sem cabos (YCC-T – Yamaha Chip Controlled Throttle). Resumindo, o novo motor desta R1 herdou a mais alta tecnologia das pistas de MotoGP.
Curvas suaves
Outra inovação que vem das pistas direto para esta nova R1 é a embreagem antitravamento. O equipamento limita o torque transmitido para a roda traseira nas reduções bruscas, evitando que a mesma “derrape” em casos extremos e permitindo aproximar-se das curvas mais suavemente. A embreagem chega a “patinar” por alguns momentos, reduzindo o efeito do freio-motor.
Isso em conjunto com o novo quadro de alumínio, que foi reforçado, permite contornar curvas com muita facilidade. Com uma posição de pilotagem bastante racing, o piloto pode facilmente escorregar pelo banco, mirar onde quer entrar na curva e deitar sem medo.
O garfo dianteiro invertido (upside-down) e toda sua engenharia faz com que a nova Yamaha 1.000 mostre a mesma “obediência” já característica de versões passadas. O piloto escolhe a melhor trajetória e aproveita da ciclística impecável para contornar curvas com suavidade.
Ao voltar a acelerar, além da eficiência já citada do motor, tem à disposição nova balança traseira assimétrica. Monoamortecida e totalmente regulável, a nova balança mantém a roda no chão nas reacelerações, ajudada pelos pneus radiais Pirelli Diablo Corsa.
Na hora de parar essa 1.000 cc, a Yamaha diminuiu o diâmetro dos discos dianteiros em 10 mm (agora têm 310 mm), mas instalou novas pinças de fixação radial de seis pistões, que garantem que os 250 km/h podem chegar progressivamente e sem sustos a 60 km/h no campo de testes da Pirelli, no interior de São Paulo.
Visual musculoso
A YZF R1 manteve a identidade que fez sua fama nesses quase dez anos de história – a primeira geração foi lançada em 1998. Porém, para garantir fluxo de ar adequado à parafernália eletrônica (YCC-I), teve sua carenagem redesenhada em túnel de vento. As entradas de ar estão maiores e algumas peças estão mais angulosas. Da última versão para esta, a R1 manteve a dupla saída de escape traseira e a lanterna com LEDs na traseira.
Apenas quem é mesmo fanático por esta superesportiva pode notar as diferenças externas em relação ao modelo anterior com uma simples passada de olhos. Agora, quem pilotar essa quinta geração da YZF R1 vai notar rapidamente as melhorias. Tanto que o japonês Noriuky Haga garantiu o vice-campeonato Mundial de Superbike por apenas dois pontos e o título de construtores para a Yamaha, o melhor resultado da marca na categoria. Além disso, a R1 foi eleita a Moto do Ano 2007 pela Revista Duas Rodas, em outubro, e recentemente ganhou o prêmio de melhor moto importada da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva (Abiauto).
A superesportiva está surpreendentemente mais rápida, quando isso parecia impossível. Os engenheiros de Iwata conseguiram melhorar as características da R1 para a pista, mas sem perder o torque do propulsor em baixas rotações, que faz dela uma moto utilizável em ruas e estradas.
A quinta geração da superesportiva Yamaha YZF-R1 na versão 2008 está à venda na rede de concessionários da marca, apenas na cor azul, por R$ 65.225,00.
* Teste realizado em pista fechada (AutoZ)

Da maneira tradicional





Em março deste ano, a MotorZ, empresa do grupo Zeppini, anunciou seu ingresso no promissor mercado brasileiro de duas rodas de uma maneira pouco convencional: scooters elétricos para o lazer e tarefas profissionais leves. “Procuramos um nicho que ainda não fosse explorado”, explicou à época, o diretor-executivo da empresa, Paulo Fernandez.
A empresa agora comemora os resultados da empreitada. Cerca de sete meses depois já foram vendidas 1.000 unidades de seus scooters elétricos. “A quantidade pode parecer pequena, mas em se tratando de um veículo que simplesmente não existia, já é alguma coisa”, comemorou Fernandez. As vendas satisfatórias e também a rede de revendedores atingindo 39 em todo o País fizeram com que a MotorZ lançasse, no último Salão das Duas Rodas, três modelos a gasolina e entrasse para valer na briga por uma fatia do mercado de motos.
No último dia 21 de novembro, a empresa organizou um test drive para a imprensa com os veículos movidos com o tradicional combustível na sua sede em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. No segmento de scooters, a MotorZ apresentou a SCO 50, com motor quatro tempos de 50cc e visual vintage. Além da SCO 150, também com motor quatro tempos, mas de 150 cc. A grande novidade foi o lançamento de um modelo CUB com motor de 110cc. Bastante popular, a CUB 110 da MotorZ vem brigar com a Honda Biz 125 e a Sundown Web. Mais dois scooters elétricos também foram mostrados: o SS500, que traz como novidade o conjunto de baterias removível para facilitar a recarga; e o SS 1000, que conta com dois motores de 500W, um na roda dianteira e outro na traseira, para melhorar o desempenho em ladeiras muito íngremes.


Feita para os pequenos
Fabricada na Ásia e montada no Brasil, a CUB 110 não traz nada de inovador para o segmento. Quadro underbone, garfo telescópico na dianteira e dois amortecedores na traseira, juntamente com câmbio rotativo semi-automático, ou seja, com embreagem centrífuga. A única novidade são as rodas de 17 polegadas fabricadas em liga leve, maiores que nas concorrentes. Ponto positivo, já que rodas maiores significam mais estabilidade em vias irregulares, porém não há nenhum espaço sob o banco, como na Honda Biz.
Ainda na parte ciclística, a CUB 110 da MotorZ traz freio a disco na dianteira e a tambor na traseira. O painel é simples, mas completo: traz velocímetro, indicador de marcha engatada e marcador de combustível (o tanque conta com 5 litros de capacidade).
O motor é um monocilíndrico de 110cc arrefecido a ar. Os números de desempenho declarados não empolgam: 6,8 cv de potência máxima a 7.500 rpm e torque não declarado. Na prática exige constantes reduções de marcha em subidas e não ultrapassa os 90 km/h no velocímetro. Entretanto se mostra de acordo com o uso urbano da motoneta.
Mas o que se nota logo ao subir na CUB 110 é sua ergonomia não muito favorável. Ela é “pequena” demais, mesmo no meu caso que meço 1,71m. As pedaleiras parecem estar fora de lugar. No lado direito, onde além do pedal de freio traseiro há ainda o pedal de partida, é difícil encontrar uma posição confortável para apoiar o pé com firmeza. Já do lado direito, o pedal do câmbio rotativo funciona bem nos engates para “baixo”, subindo as marchas. Porém não facilita as reduções, que devem ser feitas com o calcanhar. Outro ponto negativo é o tecido utilizado na cobertura do banco, bastante liso, fazendo com que o piloto escorregue pra frente nas frenagens.
Apesar disso, o visual da CUB 110 é moderno. Traz um conjunto óptico arredondado na dianteira e lente transparente na traseira. Destaque também para as pedaleiras da garupa fixadas ao quadro e não à balança, o que significa mais conforto.


Preço competitivo
Como outros veículos asiáticos, a MotorZ CUB 110 chega com preço bastante competitivo: R$ 4.200,00. Bem inferior à Honda Biz 125, que custa R$ 4.943,00 na versão com partida a pedal (KS) e R$ 5.624,00 na versão com partida elétrica (ES). Apesar de seu motor maior (125cc) e de melhor desempenho, a Biz não traz freio a disco nestas versões. Já a Sundown Web com motor de 100cc custa R$ 4.549,73 sem freio a disco, mas ao menos no papel tem mais potência (7,5 cv).
A motoneta da MotorZ pode ser adquirida por financiamento em uma das 39 revendas ou por consórcio da própria fábrica que deve entrar em funcionamento em breve, segundo a empresa. (AutoZ)